GUILHERME ABREU

O TALENTO QUE SE SERVE NO JAC…!

A história da bola de Guilherme Abreu ainda é curta, a tenra idade expressa naturalmente essa certeza. Isso não invalida que a Bola Gira não só não o conheça como o  aprecie de uma forma particular neste tão nosso contexto regional.

Do alto dos seus 9 anos, aquele que um dia nos atraiu pela fogosidade, pelo repentismo, pela velocidade, pela boa condução, pelo power que já evidencia, pelo drible, sem esquecer o foco e a seriedade no jogo, falou connosco e a verdade é que este depoimento até demorou um pouco mais a sair comparativamente ao que esperávamos, em virtude de também fazermos questão de o apresentar, igualmente, no site Bola Gira, dando-lhe, digamos, uma maior amplitude.

Gui como também é bem conhecido, cumpre o segundo ano da bola, sempre ao serviço do seu Juventude AC e diz-nos gostar de jogar mais no lado direito do ataque, se bem que possa actuar e muito bem do lado contrário.

Não foi há muito tempo que, por exemplo, esteve a participar na São Vicente Cup, aliás ali jogou este ano pela segunda vez mas, desta feita, admite, com um gostinho especial, uma vez que actuou pela formação principal. A conversa, de resto, quando tem a ver com torneios acaba por combinar com a satisfação, recordando-nos outras etapas vivenciadas na Ponta de Sol Cup, Gaula Cup, Calheta Cup onde, refere, «gostei imenso, fomos à meia-final», mesclada, acrescenta de «boas actividades». O futuro, observou, deverá abrir a porta a novas conquistas prevendo saídas, por exemplo, aos Açores em Julho e muito brevemente a Évora.

Mudando a bússola, convidado a falar sobre aqueles pontos do seu futebol que considera serem os mais fortes, fala-nos do «drible e da corrida», adiantando ter sido segundo classificado na São Silvestre na categoria abaixo dos sub-9.

A um outro nível, refere que já experimentou o futsal com o futebol, esse, a ser jogado apenas no Juventude AC. Já agora, também não deixou de dizer «gostar de estudar nos Salesianos. É fixe…!”

Esta é, de resto, uma casa onde se sente bem, garantindo-nos que por esse motivo irá permanecer no Juventude AC na próxima temporada, acrescentando a ideia de que «os misters são muito fixes, apoiam sempre, não só no jogo mas também emocionalmente e não é só na bola.

No ano passado o Nacional convidou-me mas eu não quis, preferi ficar com os amigos e também porque o clube que estou a jogar é bom…»

OS MAIS… DE GUI
BENNY SEMPRE NO CORAÇÃO RONALDO O ÍDOLO MAIOR

Ponto prévio: Gui diz-se benfiquista e… sócio…! Na altura em que falámos dizia-se ainda esperançado em poder festejar no final da época o canecão. «Serei benfiquista para sempre, de coração. Por cá, as preferências apontam para a Choupana e para o Nacional, clube que também diz ser associado.

 

NA ESCOLA SOU MUITO BOM EM TUDO, ATÉ NA MATEMÁTICA, SEMPRE TIVE UM PRO… O INGLÊS É O MAIS DIFÍCIL MAS TÁ-SE BEM…

«Antes, também gostava um bocadinho do Real (Madrid)», deixando a ideia de que essa “fobiazinha” já passou…!

Mas, lá está, se gosta de forma particular de alguns emblemas, o mesmo sucede com alguns jogadores. Por cá, na ilha, Gui fala dos salesianos «Benny e Moreno» e os nacionalistas Paulinho Bóia e Jesus Ramirez.

Até que, num de repente, volta a Benny e… dispara…«Já foi meu treinador, ficará sempre no meu coração. Gosto muito dele, sou muito próximo».

Só lá mais para a frente é que vai buscar outros nomes: Pavlidis e aquele que considera ser «sempre o meu ídolo, Ronaldo. Ouvia músicas, via golos, aquele de bicicleta então…»

 

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