ANEXADA À BOA QUALIDADE PARA AS IDADES MAS A MAIS “VELHINHA” CAROL DÁ CÁ UM GOSTO…!
Um pedacinho de tarde em Santo António a contrastar com muita competência no jogo das sub-19 do CS Marítimo frente ao Torreense.
A juventude, essa, anda atreladíssima, digamos que dá uma motivação suplementar muito do talento que se tem visto/que se vê anexado a gente tão novinha.
Atente-se que mesmo que dê que pensar, será melhor não gastar esse tempo, preferindo-se vê-las e, sem dúvida, que se nesta casa um dos propósitos é ver toda a malta jogar, ocultaremos toda a nossa verdade que, sem dúvida, o que já se sabia e o que se continua a ver, a nossa vontade é de ir lá a Santo António ou onde quer que seja, observá-las mais vezes.
Claro que quando se fala em “extrema” juventude, fala-se, por exemplo, nas internacionais Bruna Aguiar ou Mariana Ferreira que por estes dias continuam a ser faladas em termos daquela que é a verdadeira tropa de elite das selecções nacionais. Só que o “portefólio” de qualidade, que ali desemboca aos olhos de quem gosta da boa bola, também acaba por render-se à qualidade para a idade da mais “velhinha” Carol (Carolina Ferreira).
Essa “moça” que ali, encostada à linha ou mais interior, “casada” com a esquerda, “revolucionária” também na forma como “troca os olhos” às opositoras e mais… Que dribla muito bem, que “pôe cola” na bota na condução, mesmo quando passa da “marcha lenta” a uma acção progressiva e mais rápida.
A elegância também é um facto, a estética dos movimentos, que ajuda sobremaneira até às fotos que se tiram – é uma marca, tecnicamente refinadinha e, certamente, a trabalhar para um “dia destes” surgir com maior retumbância na Liga BPI.





