É QUE AINDA É JÚNIOR DE PRIMEIRA ÉPOCA

“HÁ DIAS ASSIM, LINDOS DE MORRER…!”
HENRIQUE ARAÚJO NÃO PERDOA… NEM NOS SUB 23

Aquele que foi considerado por nós como um dos dois “jogadores do ano” e, obviamente, por inerência, o melhor futebolista “emigrante” do ano findo, tal como “relatado” ontem, praticamente on line pela nossa página que também é site e magazine, apontando o primeiro golo dos sub 23 do agora líder isolado SL Benfica que beneficiou do “apagão” leonino em Vila do Conde ante o competente Rio Ave.

Poder-se-á dizer de forma aberta que ou muito nos enganamos ou o homem estava mesmo com uma vontadinha danada de facturar também nesta equipa de sub 23 e neste jogo com o Vitória de Setúbal que os encarnados venceram por 2-1, dado que logo aos 2 minutos não só marcava como sorria, celebrando mais este momento especial. Mas que, em nome da verdade, não se deve pensar que isto para ele foi “o fim do mundo” uma vez que na verdade “fama e proveito” de goleador ele sempre teve em todos os clubes e em todas as categorias, muitas das vezes, se calhar mesmo a maior parte da sua vida, a “selar” em categorias e até escalões acima do seu…

Era assim no CF Andorinha, foi dessa forma no CS Marítimo e tem de ser assim, sem surpresa, que observámos este verdadeiro artista enveredar pela mesma toada no SL Benfica. Quando dizíamos que ele não deve achar assim um “must” tão grande marcar na tarde de ontem tinha, na verdade, mais a ver com os factos já anteriormente facultados por esta mesma publicação e que se prendem, por exemplo, com certas nuances deste fino jogador de já ter andado nesta temporada pelas “cenas” sempre bem “arejantes” de jogar na UEFA Youth League ou também de se ver envolvido em vários treinos da equipa profissional do SL Benfica, liderada por Bruno Lage. Ou seja, quando nos vamos habituando a certas “brisas” não existem quaisquer dúvidas de que chegamos a um nível em que não se torna fácil “embebedarmo-nos” com, digamos, “qualquer coisa”…!

É neste pulsar, neste ritmo de sucesso que Henrique Araújo tem andado, será nesta senda que ele galgará, certamente, muitos mais degraus e, sem dúvida, que essa é a nossa convicção. Isso não invalida que não se deva sublevar que este, sublinha-se que é muito importante, júnior de primeira época possa olhar com um especial carinho para este dia e que nós, cá de fora, também possamos “ajudar à festa” e dizer de forma aberta que o Henrique Araújo que conhecemos, desde os 8 anos, sempre, lá está, primando pela sua qualidade, poderá pensar com toda a legitimidade que, sim senhor, «há (mesmo) dias assim, lindos de morrer…”!

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