DE ALTERNÂNCIA EM ALTERNÂNCIA TERMINOU TUDO “À INGLESA…!”
Quando o CD 1.º de Maio se apercebeu, aos 12 minutos, já perdia por 2-0. Rafa, esse avançado que quis também o destino, apontou nada mais nada menos que quatro golos, todos os da sua equipa, já havia anotado dois…


Mais, entre um e outro lance, o ala Diogo já havia sido lançado e a estar em boas condições de fazer mais um…
Foi preciso aos visitantes recuperar um pouco no campo emocional para que em outros “campos” as coisas pudessem não só melhorar no capítulo da produtividade como também na componente numérica.
E se assim pensámos, assim sucedeu: se antes só tinha um aviso pela meia-distância com um tiro que levava selo de golo, muito bem negado pelo guardião Salvador, aos poucos o CD 1.º de Maio foi assentando o seu jogo, rodando mais a bola e a progredir mais no terreno, marcando à passagem do minuto 26 por Catanho.

Não sabíamos era que este golo seria também a “escalada” para as alternâncias que o jogo oferecia posteriormente, de que é exemplo crasso o momento em que o virtuoso Abel faz um golão do empate para a sua equipa adiantar-se com o 3-2, na sequência de um auto-golo.

O intervalo, esse, estava à porta e a verdade é que se passou a uma segunda metade em que, se calhar, o jogo não teve tanto interesse. A verdade desse período é a de que se o 1.º de Maio havia virado o jogo num minuto, o Juventude AC “disse” também que era capaz de o fazer, transformando-o em dois…, coincidindo também com a obtenção de mais dois golos do artilheiro Rafa, com o marfim a correr dessa forma até ao apito final.

Um apito que “convoca” também estas duas equipas para o próximo fim de semana de decisões mais pronunciadas com o 1.º de Maio envolvido na fase de campeão da Divisão de Honra, defrontando na estreia, em sua casa, a AD Machico, ao passo que ao Juventude AC caberá lutar pela manutenção, visitando no jogo inaugural a AD Camacha.





